
Para 2026, a arquitetura contemporânea e o design de interiores consolidaram a sustentabilidade não apenas como uma “escolha ética”, mas como a estética dominante. O foco deixou de ser o simples reciclar materiais para abraçar o reúso adaptativo e o garimpo de luxo, onde o verdadeiro valor está na história, na origem e na rastreabilidade dos materiais. Não se trata mais apenas de construir o novo, mas de honrar o que já existe, transformando o passado em um presente funcional, sofisticado e carregado de identidade. No Arco da Velha Ateliê, esse movimento se manifesta em cada viga de madeira de lei resgatada pelo Brasil. O mercado finalmente reconheceu aquilo que nós, apaixonados pela marcenaria de restauração, sempre soubemos: a verdadeira sofisticação não está na perfeição industrial, mas nas marcas do tempo, nos nós naturais e na resiliência das madeiras nobres, que sobrevivem por décadas e ganham uma segunda…
