
A arquitetura tem o poder de contar histórias — especialmente quando escolhe não apagar o passado, mas transformá-lo. O retrofit nasce exatamente desse princípio: atualizar, adaptar e ressignificar espaços existentes, preservando sua identidade e sua memória. Em um tempo em que sustentabilidade, afeto e autenticidade ganham cada vez mais valor, projetos que respeitam o que já existe se consolidam como escolhas conscientes e cheias de significado.
O retrofit nasce exatamente desse princípio: atualizar, adaptar e ressignificar espaços existentes, preservando sua identidade e sua memória.
É nesse cenário que o Arco da Velha Ateliê se posiciona. Mais do que comercializar móveis ou materiais antigos, o ateliê cria narrativas por meio da curadoria, do restauro e da marcenaria, oferecendo soluções completas para quem deseja transformar espaços com identidade. A residência Enkantay é um exemplo claro dessa filosofia aplicada na prática.
Antes de ser casa, a Enkantay foi o Restaurante Kantay, um restaurante japonês carregado de memórias. Hoje, representa um novo capítulo dessa história — construído com respeito, sensibilidade e materiais provenientes do próprio Arco da Velha Ateliê.
Retrofit: transformar sem apagar

Imagem ilustrativa criada por IA de um ambiente arquitetônico com madeira restaurada, destacando reaproveitamento de madeira em projeto contemporâneo.
Na arquitetura, o termo retrofit define o processo de modernização e revitalização de edificações antigas, adaptando-as às exigências técnicas, funcionais e de conforto atuais, sem perder sua identidade arquitetônica original. Diferente de uma reforma comum ou de uma demolição, o retrofit preserva estruturas, materiais e características que conferem personalidade ao espaço.
No contexto industrial e comercial, o retrofit costuma envolver a mudança de uso. Fábricas, galpões ou restaurantes passam a abrigar residências, escritórios ou espaços híbridos, prolongando a vida útil do edifício e reduzindo desperdícios. Elementos como pé-direito alto, tijolos aparentes, grandes vãos e madeiras antigas deixam de ser obstáculos e se tornam protagonistas do projeto.
Além de preservar a memória, o retrofit contribui para a valorização do imóvel e de seu entorno, reforçando uma arquitetura mais responsável e conectada com o presente.
Arco da Velha Ateliê: curadoria, restauro e identidade
O Arco da Velha Ateliê atua justamente onde o retrofit ganha sentido: no reuso consciente de materiais e na valorização do tempo. Cada peça passa por um processo cuidadoso de garimpo, curadoria, restauro e, quando necessário, adaptação na marcenaria.
Mais do que fornecer materiais de demolição, o ateliê acompanha projetos, sugere soluções personalizadas e cria peças sob medida, tornando-se parceiro criativo de arquitetos, designers e clientes finais. O resultado são ambientes únicos, com forte identidade, onde cada detalhe carrega história e propósito.
Escolher o Arco da Velha é optar por um modo de morar que valoriza o artesanal, o sustentável e o singular.
Do Restaurante Kantay à residência Enkantay
A transformação do antigo Restaurante Kantay em residência foi conduzida por meio de um retrofit sensível e consciente. Em vez de apagar o passado, o projeto respeitou a estrutura existente e reinterpretou o espaço para o uso residencial, mantendo viva sua memória arquitetônica.

Imagem ilustrativa criada por IA, usada como referência para projetos que valorizam o reaproveitamento da madeira e a integração de elementos rústicos na arquitetura.
O nome Enkantay simboliza essa continuidade: um novo ciclo que nasce do anterior. O resultado é uma casa contemporânea, acolhedora e cheia de personalidade, onde a história do antigo restaurante permanece integrada ao cotidiano.
Enkantay: a casa que traduz o Arco da Velha
A Enkantay é mais do que uma residência — é um reflexo direto da essência do Arco da Velha Ateliê. Todo o projeto foi desenvolvido com materiais, mobiliário e soluções criadas no próprio ateliê, passando pela curadoria, pelo restauro e pela marcenaria artesanal.
Porque, para o Arco da Velha, o novo não precisa começar do zero — ele pode nascer do que já existe.
Madeiras de demolição, peças restauradas e criações autorais compõem os ambientes com elegância e leveza. Nada é excessivo, nada é genérico. Cada escolha reforça a ideia de que o verdadeiro valor está na história, no cuidado e na autenticidade.
A Enkantay mostra, na prática, o que o Arco da Velha oferece aos seus clientes: a possibilidade de transformar espaços em lugares únicos, onde passado e presente convivem em harmonia. Porque, para o Arco da Velha, o novo não precisa começar do zero — ele pode nascer do que já existe.


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